Ministro Sergio Rezende volta a ser cientista nas horas vagas
2 06 200902/06/2009 – 07h19
RAFAEL GARCIA
da Folha de S.Paulo
Para um ministro de Estado, um final de mandato costuma ser sempre um período de crise pessoal. Aonde ir depois de ocupar um cargo de primeiro escalão? Sergio Rezende, 68, diz não ter dúvidas, e já está preparando terreno para deixar a pasta da Ciência e Tecnologia em 2011.
O ministro afirma que voltará a se dedicar 100% à ciência –não à política científica. Prova disso é que voltou a praticar física, e acaba de publicar um estudo teórico dos grandes num periódico científico de alta reputação. O trabalho, aceito pela revista “Physical Review B”, da Sociedade Americana de Física, é a explicação para o estranho comportamento da matéria verificado em experimentos recentes de um grupo de cientistas alemães.
Aplicando feixes de micro-ondas num material magnético especial, os pesquisadores fizeram com que alguns grupos de átomos atingissem um estado da matéria chamado condensado de Bose-Einstein.
Objetos que entram nesse tipo de condição “hiperfria”, difícil de criar em laboratório, se comportam de maneira totalmente diferente da matéria ordinária. Ao atingirem o nível mais baixo de energia possível, átomos começam a “vibrar” em sincronia e se agrupam numa espécie de grande átomo coletivo, com propriedades inusitadas.
Esse novo estado da matéria, previsto pelo físico Albert Einstein em 1925, só começou a ser produzido em laboratório a partir de 1995.
Explicar como ele se forma, porém, ainda não é uma coisa trivial, e parece ter sido isso o que atraiu Rezende de volta à prancheta. O estudo dos alemães falava em “magnons” –uma espécie de onda magnética–, e o ministro diz ter se sentido tentado a estudar o condensado de Bose-Einstein naquele fenômeno específico.
“Tinha trabalhado com coerência de magnons anos atrás e me senti desafiado a explicar aquilo, embora nunca tivesse trabalhado com a condensação de Bose-Einstein”, disse Rezende à Folha.
“Passei então algumas horas lendo, estudando, e fui buscando os caminhos.” Após quase um ano de trabalho, veio o resultado –18 páginas repletas de equações que explicam o fenômeno matematicamente.
“Fiquei admirado de ele ter conseguido fazer um trabalho extenso como esse e publicado na “Physical Review’”, diz Nicim Zagury, físico da UFRJ que trabalha na mesma área e já foi colaborador de Rezende. Cláudio Lenz César, outro colega cientista, concorda. “Isso demanda um esforço enorme. Ele deve ter uma capacidade impressionante de se desligar dos problemas nas horas vagas.”
Lúcia Muniz, assessora de imprensa de Rezende, conta que é comum ver o ministro fazendo contas durante viagens de avião, da maneira tradicional, com papel e lápis.
Música e ciência
Por ter de lidar com essa dificuldade, Rezende compara seu próprio perfil político ao do compositor Gilberto Gil, ex-ministro da Cultura.
“As pessoas que vão ocupar cargos de ministro em geral abandonam completamente suas atividades”, diz. “Mas Gilberto Gil disse que só iria para o ministério se conseguisse continuar cantando.”
Para não se afastar da pesquisa, Rezende diz que frequenta toda semana (“aos sábados”) a Universidade Federal de Pernambuco. E, até o mês passado, orientava pós-graduandos.
Apesar da saudade da dedicação exclusiva à pesquisa, Rezende promete não fazer como Gil, que pediu demissão antecipadamente. “Pretendo ficar até o final do mandato do presidente Lula, mas [então] sairei, independentemente de qualquer possibilidade que possa vir de governo depois.”
Fonte: clique aqui
Comentário: Pois é… tem alguns professores que além de não publicarem e não produzirem nada ainda falam que estão ocupados, que a vida universitária é muito exigente… o que querem mesmo é ganhar uns trocados sem esforço….
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Tags: Acadêmico, Educação, Lula
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Irmão de vice-governador do AM é investigado por agredir professor; grupo organiza ato
14 05 2009Da Folha de São Paulo, 13/05/2009 – 22h58
KÁTIA BRASIL
da Agência Folha, em Manaus
Professores, alunos e jornalistas irão realizar nesta sexta-feira (15) na Ufam (Universidade Federal do Amazonas) um ato de desagravo ao professor Gilson Monteiro, coordenador do curso de comunicação social. Ele foi agredido, dentro da universidade, pelo irmão do vice-governador, Omar Aziz (PMN), na segunda (11). Nesta quarta-feira, a Polícia Federal anunciou que vai abrir inquérito para investigar o caso.
A agressão ocorreu na frente de 15 alunos após o professor dar como exemplo de reportagem que recebe interferência política para não ser divulgada na imprensa local a da investigação da CPI da Prostituição Infantil, na qual Aziz foi citado e, depois, inocentado, em 2004.
No auditório do ICHL (Instituto de Ciências Humanas e Letras), estava Samara Abdel Aziz, 17, sobrinha de Omar Aziz, aluna do 1º período de jornalismo. Revoltada após ouvir a citação do nome do tio, ela saiu e voltou, vinte minutos depois, acompanhada do pai Mansur Aziz e do tio, Amin Aziz, irmãos do vice-governador.
“O Amin me agrediu. Eu caí, tentei me defender, ele me deu uns socos e chutes e faz um gesto [com a mão] como se estivesse atirando com um revólver na minha direção”, diz Monteiro.
Ao presenciarem a agressão, os alunos se desesperaram. Uma aluna começou a chorar. Outro tentou ajudar Monteiro, mas foi advertido por Amin. Segundo testemunhas, Samara Aziz ainda gritou para o tio não bater no professor.
“Eu não sabia que a aluna era da família de Aziz. Mas ainda que eu tivesse ofendido a aluna, o caminho era me processar. Foi uma agressão descabida”, diz Monteiro, que foi candidato a reitor da Ufam.
Outro lado
Em coletiva, nesta terça-feira (12), o vice-governador, Omar Aziz, condenou a atitude do irmão. “O Amin cometeu um ato irracional e condenável e vai responder por isso. Um erro não justifica outro.”
A sobrinha, no entanto, chegou a escrever em sua página do Orkut, na internet, que “respeito é bom e mantém os dentes no lugar”. Nesta quarta-feira, a mensagem foi retirada da página. Ela e o pai, Mansur Aziz, não foram localizados pela reportagem.
Já Amin Aziz disse hoje que se “exaltou” e cometeu um “grave erro”. “Eu fiz uma coisa errada. Até peço desculpas. Ela é minha sobrinha e crio ela desde criança. Era seu primeiro dia de aula na Ufam. O sonho dela era fazer jornalismo na universidade federal. Perdi a cabeça sem querer. Cometi um grave erro ao ter entrado lá.”
Segundo ele, no entanto, o professor agiu com má-fé. “Eu discordo da atitude de um professor de formar uma opinião dentro de uma universidade. Ele é pago para ensinar. Tenho a certeza de que foi proposital. Eu não acredito que um professor não saiba quem são os alunos. Ele usou de má-fé”.
Fonte: clique aqui
Já pensou se a moda pega? Teremos que andar com capacete e protetor labial…
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Sobre a necessidade de poder e transtornos psíquicos
14 05 2009O homem é um ser complexo. Dotado de consciência, atribui variados significados a seu existir. Ao agir, toma uma posição perante o universo. E isto traz consigo uma responsabilidade, que afeta direta ou indiretamente outros seres.
Assim, surge uma questão importante; a ética.
Você é ético? Atua com firmeza de opinião ou age apenas por instinto e é instrumentalizado? Tem pensamento próprio ou é levado pelas circunstâncias? A depender de suas respostas, será alguém integro ou será alguém que eu costumo chamar de “ser insignificante”. O ser insignificante tem significado, mas não atua para concretizá-lo. Tal significado está escondido, camuflado pelas aparências. Ou seja, está para ser desvelado. Mas nunca o será, pois o ser insignificante não pensa de modo satisfatório. É um títere dos outros, ou seja, um joguete na mão de malandros. Que também podem ser insignificantes. No caso, pior ainda, pois tais elementos são joguetes de si mesmos…. uma melancolia mental e social, pois atravanca o desenvolvimento da espécie humana.
Na vida universitária observa-se isso claramente. Há muita estrela para pouco céu. Alguns atuam motivados por interesses paroquianos, uma boquinha aqui, uma carguinho ali etc. Não pensam em um projeto de universidade que considere o aluno como centro do universo acadêmico, mas sim como um mal necessário. Isso mesmo, alguns elementos pensam que os alunos não são importantes. Por sorte, tais insignificantes são poucos, e sempre são revelados. Uma hora ou outra….
Pergunta-se: qual a ética de tais seres desprezíveis? Pode-se dizer, en passant, que a ética que eles propugnam é a do valor enquanto meio de obter benefício próprio, em detrimento da coletividade… uma espécie de lucro máximo com o mínimo esforço. Tais bestas (no sentido apocalíptico) não gostam de ministrar aulas, pois consideram-se muito importantes para isso. Pensam que podem usar o aluno para perpetuar sua vida boa (obviamente que suas vidas não são boas, são medíocres). Assim, fazem deles o instrumento para a prática de suas sandices.
Uma vez, por exemplo, um partidário do modo de vida de ser insignificante procurou aproximar-se de um grupo de estudantes que faziam parte do Centro Acadêmico da universidade apenas para garantir “votos” em determinadas instâncias de decisão. Porém, o grupo não conseguiu manter-se no poder e foi sumariamente “excluído” da convivência do tal professor. Ou seja, o grupo foi usado enquanto tinha utilidade…
Por isso sempre falo para que os alunos avaliem seus professores por suas ações em favor de seu curso e de sua universidade, não pelo fato do professor ouvir suas queixas ou ser seu amigo. Mas, aparentemente, os alunos não compreendem isso e sempre fazem coisas que irão apenas prejudicá-los no futuro. Por sorte tais alunos são minoria.
Outro ponto a considerar na discussão é: qual é a finalidade existencial do professor? Obter prazeres carnais? Ganhar dinheiro fácil? Arranjar briga por ser uma pessoa temperamental? Contribuir com a sociedade em que vive? Auxiliar seu ramo do saber através de contribuições significativas em termos científicos? O que o professor quer e o que faz na universidade? Espera passar em um outro concurso? Ama a cidade em que trabalha ou apenas suporta ficar ali? Sabe que o aluno é o centro ou considera o aluno como um mal necessário? Reconhece suas limitações ou se acha o descendente direto de Sócrates no planeta? As respostas a essas questões ajudarão o aluno na reflexão sobre seus professores. O problema é que os alunos não pensam sobre isso, mas sim sobre o fato de o professor ser ou não ser um “amigo”…..
Um problema importante, que ajuda a explicar muitas coisas, inclusive estados mentais como a chamada “ansiedade persecutória” que alguns alunos apresentam. Isso é deveras significativo. Tais alunos se consideram “perseguidos” pelo professor, ou seja, vêem perigos que inexistem e que são ameaçadores para seus egos. Ademais, temem o aniquilamento. Recomendo a leitura de temas de psicanálise para compreender a questão. E são tais alunos os instrumentalizados por seres insignificantes.
Mas tais alunos não pensam e não pesam as conseqüências de seus atos. Ou seja, cedo ou tarde terão que responder por suas ações. Neste momento estarão sozinhos, pois o instrumentalizador irá se afastar para não ter que pagar por sua ação instrumentalizadora. Isso é especialmente verdadeiro, por exemplo, quando tais alunos são intimados a depor em juízo sobre a emissão de comentários sobre outrem.
No outro lado também há professores com ansiedade, seja ela persecutória ou depressiva.
Como professor, eterno aprendiz da fenomenologia, me “divirto” vendo e estudando tais coisas. Afinal, a universidade é uma organização completa e complexa, que encerra dentro de si toda sorte de seres. Infelizmente, não posso contribuir com essas pobres almas, pois foge da alçada de meu trabalho. Mas, sempre que posso, oriento tais elementos a procurar ajuda profissional. E sempre me policio para não desenvolver certas “degenerações mentais”.
Se todos, alunos, técnicos administrativos e professores entendessem que o motor de uma organização universitária é a disputa pelo poder, teríamos avanços significativos. Mas, por falhas variadas, não há esse entendimento. Há uma incrível ingenuidade, que afeta a todos…. infelizmente.
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Um pouco de diversão
1 05 2009Comentários : Deixar um comentário »
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Resultado avaliação do professor
23 04 2009Comentários : Deixar um comentário »
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Você é eficiente?
23 04 2009Dando início a uma série de textos sobre o dia-a-dia, farei uma análise sobre o que cobro dos alunos, a eficiência.
Você é eficiente?
Uma pergunta aparentemente fácil de responder encerra em si um fenômeno complexo.
Dirá, sim sou.
Mas vive de que maneira? Igual a uma folha ao vento? É senhor de seu destino ou um joguete na mão de alguém. Muitos se comportam de maneira irrefletida em seus afazeres diários. Não são reflexivos, mas reativos.
Guerreiro Ramos, sociólogo fenomenólogo que está sendo recuperado pela historiografia, em mais um lance de genialidade cunha três termos para se definir o homem:
Homem Operacional: homem calculista, busca recompensas materiais e econômicas, pode ser moldado através de treinamento por não possuir preocupação ética, é visto como um recurso a ser maximizado. Ou seja, um robô, um operador.
Homem Reativo: homem com visão sobre a motivação humana, movido por sentimentos, emoções e passivo a motivações. Ou seja, temperamental, cheio de não-me-toques, que pode ficar nervosinho.
Homem Parentético: homem que coloca entre parênteses a realidade, possui capacidade crítica, reflexiva e de auto-conhecimento. Ou seja, sabe analisar e compreender a realidade, não é instrumentalizado como o primeiro homem nem temperamental como o segundo. Sabe que é senhor de si.
Que tipo de homem é você? Todos querem ser parentéticos, mas são em sua maioria reativos ou operacionais. E vivem a vida como se não houvesse amanhã, nem hoje. Vivem apenas com saudades do futuro e com descrença no passado. O presente serve de temporalidade para cometer erros que serão lembrados no futuro e como época para se sonhar com um dia melhor, que nunca chega, pois ele representa o que fez no passado.
Assim, dia a após dia, o homem vive de maneira análoga a um verme parasita, sem sentido, apenas acumulando capital para ser dado de presente aos seus descendentes.
Mas ele pode romper esse quadro e ser alguém. Dos bilhões de seres humanos que passaram pelo mundo quantos são lembrados? Esses que são recordados romperam com o ciclo parasitário da existência e se destacaram.
Aqui mesmo na UFOP tenho alguns amigos que serão lembrados enquanto eu existir, e que farei questão de falar deles aos meus alunos quando tais seres morrerem. Como o amigo Dimas Belarmino, professor de matemática do ICEB, falecido há algum tempo, e que ganhou justa homenagem ao ser nome de auditório no ICEB. E você, será lembrado? Já contribuiu de fato para melhorar alguma coisa no planeta, na vida das pessoas? É querido por poucos, mas com verdadeira amizade e amor? Ou é uma espécie de ser-monetário-hedonista, que se preocupa apenas em agradar?
A depender da resposta, será alguém… ou será ninguém….
Novamente falo de UFOP. No departamento de engenharia civil, por exemplo, há pessoas de raro preparo acadêmico e incontestável hombridade, que conheço e os considero amigos. Alguns os chamam de “cientistas”, no sentido de diferenciá-los de outras pessoas. Os cientistas, como chamados, ocupam-se em tentar, de seu modo, contribuir com o avanço do conhecimento, de maneira real. Não se trata de uma masturbação intelectual, mas sim do rompimento de certas premissas do conhecimento humano. E fazem a diferença.
No curso de engenharia de produção, por exemplo, também há pessoas que procuram ir além, de outras maneiras, buscando via o engajamento político romper as barreiras. Hoje a UFOP é grande devido a idéias que nasceram ali, quando não havia farto numerário disponível. E assim vai com diversos outros cursos, que contribuem com o crescimento da espécie humana.
E você, o que faz? Seja quem for, fará a diferença, ou será mais um entre bilhões?
Pense nisso….
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Tags: Reflexões
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EnANPAD
20 03 2009XXXIII Encontro da ANPAD – EnANPAD
19 a 23 de setembro de 2009
São Paulo/SP
O XXXIII Encontro da ANPAD está dividido em 11 (onze) Divisões Acadêmicas, as quais agregam os Temas de Interesse associados, para submissão dos trabalhos.
As Divisões Acadêmicas são de natureza permanente, enquanto os Temas de Interesse são dinâmicos e renováveis e visam a estimular a produção científica em certos campos de conhecimento.
Os trabalhos submetidos deverão, necessariamente, ser enquadrados em um dos temas relacionados. Quando o enquadramento for diferente deverá ser utilizada a classificação “Tema Livre”, reservada para os temas próprios da Divisão, que não foram destacados entre os listados.
A continuidade de cada um desses Temas de Interesse, portanto, dependerá de sua demanda, tanto em termos quantitativos quanto qualitativos.
Datas importantes
20/02/2009 – Abertura do endereço para receber as submissões
28/04/2009 – Data limite para submissão dos trabalhos
08/07/2009 – Divulgação dos resultados
07/08/2009 – Data limite para inscrição dos trabalhos selecionados
19/08/2009 – Divulgação da programação na internet
20/09/2009 – Credenciamento e início do evento
Não deixe de participar…
Mais informações www.anpad.org.br
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Tags: Acadêmico
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Fim de ano
8 12 2008Para quem conhece, uma alegria…. para quem não conhece, uma oportunidade….
CCR: ao vivo, direto dos anos 60…
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Exame
2 12 2008ATENÇÃO
Os alunos que fizeram o exame especial (TGA e MATEMÁTICA) obtiveram APROVAÇÃO.
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